Qual o seu nome?

Nas oportunidades de planejamento para a montagem no módulo FDJ, do pólo 1 da RGA 2011, alguns companheiros contaram algumas histórias sobre discípulos bastante interessantes.

Uma dessas, relatava que uma discípula tem um hábito, aprendido com seu pai, de sempre chamar as pessoas pelo nome. É uma atitude simples mas poucas vezes (ou nenhuma?)  feita pela maioria de nós. Normalmente chamamos as pessoas com que nos relacionamos eventualmente por “rapaz”, “moça”, “guarçon”, “jornaleiro”, “motorista”, “caixa”, “doutor”, “empregada”, “faxineira”, “psiu” e outros. E por mais sem sentido que pareça, nos acostumamos a isso! Quando alguém procura saber e nos chama pelo nome, ficamos num instante de estranhamento!

Certa vez, esta discípula chamou pelo nome uma caixa de supermercado (que estava escrito no crachá). A moça estranhou a atitude e agradeceu, pois ninguém que ela atendia havia lhe chamado pelo nome, era a primeira vez. Um largo sorriso por parte da caixa se seguiu depois, a ponto desta até comentar com sua companheira de trabalho ao lado, o seguinte: “… a gente atende tantas pessoas aqui que nem nos olham o rosto, não nos dirige um bom dia e quando alguém nos chama pelo nome é até estranho…”. Outras vezes esta discípula encontrou aquela moça no supermercado trabalhando, as vezes com um semblante fechado, tensa mas toda vez que a atendia, seu rosto se modificava suavizando e, um sorriso se seguia num momento de troca fraterna de afeição entra ambas.

Pequenos gestos de acolhimento o discípulo pode fazer todos os dias!

Qual o seu nome?

 

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Disponível para acolher?

Lembramos de uma história contata por um companheiro numa de nossas reuniões em Aliança, sobre um episódio que se passou com Divaldo Franco, um dos companheiros da Doutrina Espírita da primeira hora.

É de conhecimento de muitos que Divaldo em função de sua tarefa de ser um eminente propagador do Espiritismo, ter uma longa agenda de compromissos em várias partes do Brasil e no estrangeiro. Numa destas oportunidades, após uma palestra e fazendo em seguida uma sessão de autografos dos livros que psicografou e, já vindo de uma maratona de outras atividades, Divaldo estava exausto e exercitava esta sessão de autografos no limite das forças físicas.

Na fila, havia uma senhora que de modo extasiado e ansiosa, desandava a falar alto e sem parar com as pessoas, causando para si a atenção de muitos que lá estavam.

Chega então a hora de ser atendida por Divaldo e, não se contendo de ansiedade descarrega uma longa conversa animada e dispersiva que pára a fila do autografo e ao mesmo tempo, vai incomodando e minando a paciência de Divaldo.

No ápice da irritação, pois além do cansaço a senhora já se tornara inoportuna, que surge para Divaldo, Joana De Angelis, sua mentora, que lhe dirige a palavra (mais ou menos assim):

– Divaldo, percebo sua irritação e falta de paciência para com esta irmã, mas saiba que os mentores que a acompanham, tiveram imenso esforço e trabalho que esta pudesse estar aqui hoje para ouvir a palestra e ter uns minutos com você. Ela passa por muitas tribulações e necessita com urgência reequilibrar as emoções, só o fato que aqui estar já é um caminho para isso. Mas como você se encontra cansado, vamos então procurar um outro discípulo para que possa auxiliar esta irmã!

Divaldo caindo em si, desfaz a cara amarrada e recompondo a postura, passa a atender a senhora com atenção e acolhimento.

Esta passagem nos faz refletir que muitas vezes somos colocados na vida das pessoas pela bondade do plano superior, para podermos de algum modo acolhê-las, pois temos a condição de tal. Estamos dispostos e disponíveis, fraternalmente, pra isso? Ou deixamos a oportunidade para outro discípulo?

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Bem-vindos ao Viver a FDJ

Compartilhar as vivências dos membros da Fraternidade dos Discípulos de Jesus – FDJ e dos alunos da Escola de Aprendizes do Evangelho da nossa Aliança Espírita Evangélica, quanto ao testemunho individual dos aprendizados de Jesus na vida diária, é que se baseia a proposta deste Blog.
A cada dia temos a oportunidade de viver fantásticas experiências para o espírito, baseado naquilo que aprendemos quando nos bancos da Escola de Aprendizes, da Mocidade Espírita, da Pré-Mocidade e da Evangelização Infantil.
Não somos indiferentes a dor do outro. Podemos realizar grandes obras no Bem mas, são nos gestos simples do cotidiano que fortalecem a nossa disposição de auxilar o irmão de jornada.
O Cristo aguarda que façamos o “nosso próprio programa de auxílio” pois o Mundo clama por isso! Convidamos os irmãos queridos a relatarem suas vivências na lida de servir o Cristo para que outros, inspirados por seus testemunhos fiquem mais animados e entusiasmos em Viver a FDJ.
Aguardamos carinhosamente os relatos dos irmãos pois viver a proposta do Cristo é razoável, factível e relevante! Vamos lá?!!!

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